Por Priscila Antunes / Approach Comunicação
Enquanto bebo a água, a água me bebe – Lucia Laguna
Meu mundo teu – Alexandre Sequeira
De 29 de novembro de 2016 a 26 de fevereiro de 2017
Conversas de galeria:
15h - Enquanto bebo a água, a água me bebe – Lucia Laguna
16h - Meu mundo teu – Alexandre Sequeira
O Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, inaugura em 29 de novembro duas exposições individuais que marcam o início da gestão de Evandro Salles como diretor cultural do museu. As mostras Enquanto bebo a água, a água me bebe – Lúcia Laguna e Meu mundo teu – Alexandre Sequeira exploram diferentes pontos de vista das práticas relacionais e colaborativas na arte. Lucia apresenta pinturas, desenhos e mobiliário que foram elaborados com a participação de seus assistentes. Por sua vez, Alexandre Sequeira traz para o espaço uma retrospectiva com obras desenvolvidas a partir de sua relação com diferentes comunidades e pessoas.
Enquanto bebo a água, a água me bebe – Lucia Laguna
Com a curadoria de Cadu e Clarissa Diniz, a mostra Enquanto bebo a água, a água me bebe – Lucia Laguna apresenta obras produzidas nos anos 2000. A seleção de trabalhos conta a trajetória de Lucia, professora de português que começou a pintar nas aulas de Charles Watson no Parque Lage, após sua aposentadoria do magistério. Das pinturas figurativas, Lucia passou para o estudo de sobreposição de camadas a partir da apreciação de um quadro renascentista que condensava o espaço. A artista de Campos dos Goytacazes tinha como intenção de sua pesquisa planificar suas pinturas. Os experimentos eram realizados da janela de seu ateliê no Rio de Janeiro, que funcionava como moldura do que ela enxergava.
Lucia começou a explorar então as malhas urbanas com traços de geometria e cartografia, com a utilização de fitas crepes que após retiradas revelam diferentes camadas. “Em sua experimentação, era como se ela quisesse fazer as cidades caberem na moldura de sua janela”, explica Clarissa Diniz. Logo depois, a artista passa a fazer uma referência mais direta a seu ateliê, usando como modelos objetos que faziam parte do espaço. A mostra apresenta 35 pinturas, sendo 11 delas inéditas. Um dos trabalhos nunca antes apresentados tem uma relação com o MAR: Lucia fotografou a vista de uma das janelas do museu e utilizou a imagem para a realização de mais uma obra da série Paisagem.
As telas apresentadas foram produzidas em parceria com dois assistentes, Davi Baltar e Cláudio Tobinaga, que sem qualquer tipo de censura ou proibição inseriram cores, traços e fitas nos quadros. Essa técnica faz com que sua arte faça parte um intenso modelo de colaboração. Além das telas, Lucia apresenta pela primeira vez seus desenhos produzidos com as fitas crepes retiradas dos quadros. E também mobiliário que ela está fabricando com o auxílio de Cláudio Silva, da fábrica de brinquedos da qual era dona e, atualmente, um de seus assistentes.
Atualmente, Lucia conta com os assistentes Sumara Rouff, Cláudio Santos, Cláudio Tobinaga e Davi Baltar. Ao longo de sua trajetória, fizeram parte da equipe: Pollyana Freire, Rafael Alonso, Arthur Chaves e Tatiana Chalhoub.
Meu mundo teu – Alexandre Sequeira
Os trabalhos do paraense Alexandre Sequeira são processos de encontro e convivência que costumam ter, na fotografia, uma potente mediação. As obras exploram a sua relação com pessoas, lugares e motivações. Com curadoria de Clarissa Diniz e Janaína Melo, o museu apresenta uma retrospectiva do artista com seus maiores projetos, incluindo o que dá nome à mostra, além de um trabalho feito, exclusivamente, para esta exposição e que apresenta uma relação com o território do museu. Em parceria com Aline Mendes, participante do Vizinhos do MAR, Alexandre explorou o acervo de Tião, que foi durante muitos anos fotógrafo do cotidiano do Morro da Providência. A partir do material encontrado, Aline e Alexandre procuraram as pessoas dos retratos feitos por Tião e, além de uma nova imagem, capturaram depoimentos desses personagens. A instalação apresentará imagens antigas de Tião, ao lado de fotografias de Alexandre formando uma constelação que conta também com diversos monóculos do mesmo acervo.
Em Meu mundo teu, série de 2007, Alexandre atua como mediador da relação de dois adolescentes por meio de cartas e fotografias. Essa jornada de autoconhecimento deu origem ao trabalho que apresenta imagens sobrepostas que representam metaforicamente o encontro de duas pessoas de universos distintos. Em Nazaré de Mocajuba, Alexandre conviveu com a comunidade de mesmo nome (500 km de distância da cidade de Belém, na região da Amazônia brasileira) e acabou prestando serviço como fotógrafo para seus moradores. As imagens foram impressas em objetos pertencentes e escolhidos pelos moradores para uma exposição no meio da mata. Com a possibilidade de chuva, Alexandre pediu que os moradores colocassem as fotografias em suas respectivas casas, nos locais de suas preferências, realizando, então, outra exposição. O MAR apresentará esses objetos, que integram a Coleção MAR.
A exposição ainda traz uma instalação de 2008, Cerco à memória, ano em que Alexandre trabalhou com comunidades quilombolas e se envolveu com a problemática dos incêndios criminosos dos cemitérios dessas comunidades, maneiras perversas de romper vínculos afetivos e assim expulsar as pessoas daquela terra. A instalação vai fazer com que o público se sinta parte deste espaço em chamas. Em Entre Lapinha da Serra e o Mata Capim, Alexandre criou uma relação com Rafael e seu avô em Lapinha da Serra, Minas Gerais. Alexandre deu vida à imaginação do menino de 13 anos a partir da fotografia e, além das imagens, leva para o MAR uma armadilha para caçar discos voadores criada pelo menino e uma foto em tamanho real da “mulher mangueira”.
A partir de sua trajetória na fotografia, Alexandre recebeu convites para realizar projetos em escolas. E, valorizando o lado educacional da arte do fotógrafo, o MAR apresenta pela primeira vez em uma mostra os trabalhos produzidos em parceria com os alunos de escolas municipais e ONGs, em Minas Gerais e no Paraná.
Todas as obras da exposição passam a compor o acervo do Museu de Arte do Rio – MAR, tornando a instituição o principal centro de referência da obra do artista. O MAR agradece a generosidade de Alexandre Sequeira.
O Museu de Arte do Rio - MAR
O MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Ocupa dois prédios na praça Mauá: um de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro em estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – marca registrada do museu –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.
Uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o MAR tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.
O MAR é gerido pelo Instituto Odeon, uma organização social da Cultura, selecionada pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro por meio de edital público. O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, o BNDES como apoiador de exposições e o Itaú como copatrocinador de Leopoldina, princesa da Independência, das artes e das ciências. A Escola do Olhar tem o Sistema Fecomercio RJ, por meio do Sesc, como parceiro institucional. Conta ainda com o apoio do Banco Votorantim e do Grupo Libra como apoiador das visitas educativas, e a Accenture e a Nova Rio como apoiadoras do MAR na Academia via Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O projeto MAR de Música recebe apoio da TIM via Lei Estadual de Incentivo à Cultura e a Souza Cruz é copatrocinadora do Domingo no MAR. Conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Serviço
Ingresso: R$ 20 I R$ 10 (meia-entrada) – pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. O MAR faz parte do Programa Carioca Paga Meia, que oferece meia-entrada aos cariocas e aos moradores da cidade do Rio de Janeiro em todas as instituições culturais vinculadas à Prefeitura. Apresente um documento comprobatório (identidade, comprovante de residência, contas de água, luz, telefone pagas com, no máximo, três meses de emissão) e retire o seu ingresso na bilheteria. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).
Bilhete Único: R$ 32 – R$ 16 (meia-entrada) cariocas e residentes no Rio de Janeiro, mediante apresentação de documentação ou comprovante de residência comprobatórios. Serão considerados documentos comprobatórios aqueles que contenham o local de nascimento, tais como RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc. Serão considerados comprovantes de residência os títulos de cobrança com no máximo 3 (três) meses de emissão, como serviços de água, luz, telefone fixo ou gás natural, devidamente acompanhado de documento oficial de identificação com foto (RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc.) do usuário.
Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprobatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até cinco anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo. Às terças-feiras a entrada é gratuita para o público geral. No último domingo do mês, o museu tem entrada grátis para todos por meio do projeto Domingo no MAR.
Terça a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha ao público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.
Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.
Por Penélope Araújo / Diálogo Comunicação
Show ‘Eclética’ tem repertório baseado na genuína MPB
Serviço
‘Eclética’, com Sheyla Costa
Quinta-feira (1º de dezembro), às 20h30
Modigliani Bistrô - Rua Dois Irmãos, 14 (depois da Igreja de Apipucos, ao lado direito)
Ingressos: R$ 25
Informações e reservas: (81) 3267.9192
Sheyla Costa / Foto: Divulgação |
Show ‘Eclética’ tem repertório baseado na genuína MPB
Quase vinte anos morando na França renderam à cantora olindense Sheyla Costa influências musicais com um viés globalizado, além de parcerias e shows em importantes palcos mundo afora. Mesmo assim, o DNA brasileiro de sua produção fala mais alto – e é ele que conduz o show ‘Eclética’, que a artista apresenta nesta quinta-feira (1º), no Modigliani Bistrô, em Apipucos, a partir das 20h30.
Para a ocasião, a cantora preparou um repertório diversificado, com o que considera o melhor da música originalmente brasileira – samba, bossa nova e MPB –, além de sua produção autoral. Sheyla (voz e violão) toca acompanhada dos músicos Filipe de Lima (baixo) e Diego Silva Barros (bateria).
Sheyla Costa começou sua carreira no início da década de 1990, como cantora, violonista e compositora. Em 1996, após gravar a primeira ‘demo’, Sheyla viajou para a França e atravessou o país fazendo shows em palcos famosos, a exemplo dos Le Comedy Club, Le Studio de l’Ermitage e La Maison Blanche, em Paris. Seu álbum mais recente é intitulado ‘Do Lado Azul’.
BISTRÔ – Situado em um charmoso sobrado do século XIX no bairro de Apipucos, o Modigliani Bistrô é uma iniciativa da artista plástica Adriana Alliz em sociedade com o marido, o economista Roberto Vasconcelos. O espaço, inaugurado no ano passado, prima pelas uniões entre a arte e a gastronomia, o rústico e o moderno – tudo com muito bom gosto e qualidade.
Serviço
‘Eclética’, com Sheyla Costa
Quinta-feira (1º de dezembro), às 20h30
Modigliani Bistrô - Rua Dois Irmãos, 14 (depois da Igreja de Apipucos, ao lado direito)
Ingressos: R$ 25
Informações e reservas: (81) 3267.9192
[Rio de Janeiro - RJ] O “Arquiteto do Papelão” inaugura a Exposição “Todos os Dons” em Vila Isabel
Exposição novembro 28, 2016
Por Nina Anselmo / Approach Comunicação
Serviço:
Exposição "Todos os dons" de Sergio César, o arquiteto do papelão
Local: Boulevard Rio Shopping, 2º piso
Dia: até janeiro
Atração Livre e Gratuita
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Sérgio César / Foto: Divulgação |
Sérgio César, artista plástico conhecido por criar favelas e casarios feitos com material reciclado e micro lixo, inaugurou nesse final de semana a exposição “Todos os Dons”. Até janeiro o Espaço Cultural Herdeiros da Vila, no Boulevard Rio Shopping, receberá a exposição do artista que já rodou o mundo com suas obras de arte. Na mostra, ele apresentará não apenas os famosos casarios, mas também desenhos, esculturas em madeiras, fotografias e pinturas, demonstrando toda diversidade artística.
Serviço:
Exposição "Todos os dons" de Sergio César, o arquiteto do papelão
Local: Boulevard Rio Shopping, 2º piso
Dia: até janeiro
Atração Livre e Gratuita
Por Milton Raulino / Diálogo Comunicação
SERVIÇO:
Lançamento do livro “Vivencial: imagens do afeto em tempos de ousadia”, de Ana Farache
Quando: quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Local: Arte Plural Galeria (Rua da Moeda, 140, Bairro do Recife)
Horário: 19h
Valor do livro: R$ 40,00
Entrada franca. Mais informações: (81) 3424.4431
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Foto: Ana Farache |
Publicação sobre grupo que agitou Olinda nos anos 1970 acontece na quinta-feira (17), na Arte Plural Galeria
Será lançado no próximo dia 17/11 (quinta-feira), às 19h, na Arte Plural Galeria, o livro “Vivencial: imagens do afeto em tempos de ousadia”, da fotógrafa e jornalista Ana Farache. O evento conta ainda com exposição de 30 imagens, em formato 30x40 e impressas em papel algodão, selecionadas dentre as 105 publicadas no livro. A noite será festejada também com performances do escritor Jomard Muniz de Britto – que fará leitura de poemas – e do ator Henrique Celibi, que reviverá algumas encenações que fizeram parte do repertório do grupo criado na efervescência dos anos 1970, em Olinda.
O acervo de Ana Farache sobre o Vivencial é um dos mais significativos da trupe e tem sido referência e suporte para diversas pesquisas do movimento cultural pernambucano da época. São dezenas de fotografias realizadas entre 1979 e 1983, em película p&b, com utilização exclusiva da luz natural. Uma parte importante do acervo é formada por portraits, concebidos em absoluta cumplicidade entre os atores e a fotógrafa, muitos produzidos em cenários criados fora do ambiente teatral.
A fotógrafa morou em Olinda de 1976 a 1990, quando se dedicou a cobrir a cena cultural da cidade. Além de trabalhar em jornais e emissoras de televisão como fotógrafa, repórter e editora, Ana também atuou nos grupos de teatro da Unicap (Tucap) e no Ponta de Rua. Amiga de vários integrantes do Vivencial, foi particularmente muito próxima de Pernalonga (falecido em 2000), uma das figuras mais emblemáticas e queridas do grupo, que estampa a capa da publicação.
O livro “Vivencial: imagens do afeto em tempos de ousadia” tem a curadoria da fotógrafa Renata Victor, coordenadora do curso de Fotografia da Universidade Católica de Pernambuco, e apresentações do escritor Jomard Muniz de Britto e da crítica de fotografia Simonetta Persichetti, docente da Faculdade Cásper Líbero (São Paulo). O livro traz ainda depoimentos de ex-integrantes do grupo que relembram suas experiências no Vivencial.
“Ao passarmos pelas imagens de Ana, realizadas num período de obscurantismo político, mas de ousadia estética numa tentativa de sobrevivência, percebemos a importância de seu relato, que, muito mais do que representação de encenações previamente estabelecidas, se transforma em um documento de uma época, quase um diário – ou, parafraseando o título do livro, são imagens do afeto em tempos de ousadia”, ressalta Simonetta.
Com o selo da Editora Massangana, da Fundação Joaquim Nabuco, a publicação teve o incentivo do Funcultura/Governo de Pernambuco.
SERVIÇO:
Lançamento do livro “Vivencial: imagens do afeto em tempos de ousadia”, de Ana Farache
Quando: quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Local: Arte Plural Galeria (Rua da Moeda, 140, Bairro do Recife)
Horário: 19h
Valor do livro: R$ 40,00
Entrada franca. Mais informações: (81) 3424.4431
[Rio de Janeiro-RJ] 8ª Semana dos Realizadores convoca estudantes de audiovisual para formar júri
Festival novembro 11, 2016
Por Kamille Viola / Assessora de Imprensa
8ª Semana dos Realizadores
Um dos maiores prazeres que temos com o festival é perceber a ampliação do público que o frequenta. Em especial, a tomada de espaço por uma nova geração, dentro e fora da tela, é sempre um reforço de ânimo e satisfação. Queremos ter mais e mais perto os jovens que começam a trilhar seu caminho no audiovisual e, por isso, pela primeira vez, teremos um júri de estudantes de audiovisual acompanhando e definindo seus destaques dentre os filmes da 8ª Semana dos Realizadores.
O júri será composto por jovens maiores de 18 anos que estejam há pelo menos um ano dedicando-se ao estudo/prática da linguagem audiovisual. Os estudantes devem frequentar regularmente curso(s) de audiovisual — dentro ou fora da universidade —, e ter genuíno interesse no cinema brasileiro contemporâneo e na construção coletiva de pensamento.
Para participar, os interessados deverão enviar uma carta de intenção comentando sua relação com o audiovisual, indicando seu caminho de estudos e esclarecendo os motivos de seu interesse em participar. A carta deve ter no máximo uma lauda e deverá ser encaminhada para o e-mail contato@semanadosrealizadores. até o dia 14/11.
Os participantes deverão se comprometer a estar ao Espaço Itaú de Cinema 15 minutos antes de cada sessão competitiva, permanecendo até o fim da programação nas noites de 24 a 28/11. No dia 29/11, o júri se reunirá para definir seus destaques, que serão anunciados na cerimônia de encerramento. Os participantes receberão uma ajuda de custo no valor de R$200 cada um, para ajuda com transporte e e alimentação durante o período.
Os nomes dos selecionados para o júri de estudantes da 8ª edição serão anunciados até o dia 18/11.
A 8ª edição da Semana dos Realizadores é patrocinada pela Petrobras e pela RioFilme e acontece de 23 a 30 de novembro no Espaço Itaú de Cinema, em Botafogo.
8ª Semana dos Realizadores
De 23 a 30 de novembro de 2016
Espaço Itaú de Cinema Rio de Janeiro
Praia de Botafogo, 316 - Botafogo
www.semanadosrealizadaores.com
www.facebook.com/semanadosreal
www.instagram.com/semanadosrea
Espaço Itaú de Cinema Rio de Janeiro
Praia de Botafogo, 316 - Botafogo
www.semanadosrealizadaores.com
www.facebook.com/semanadosreal
www.instagram.com/semanadosrea
Por Fernanda Simionato / Estúdio Pé-de-Ovo
Nesse mês teremos o nosso último curso de INTRODUÇÃO À GRAVURA de 2016. As aulas serão nos dias 22, 23, 24, 29 e 30/11, das 18h30 às 21h30. Quem quiser ver mais detalhes, é só clicar no link http://www.pedeovo.com/oficina-gravura
Se tiverem alguma dúvida, me escrevam por aqui ou entrem em contato pelo (81) 99285-3815.
[Rio de Janeiro-RJ] Entre os dias 17 e 20 de Novembro, o Rio recebe feira de artes visuais com foco no mercado mais amplo, num novo espaço na Barra da Tijuca.
Artes visuais novembro 11, 2016
Por Cezanne / Cezanne Assessoria
A ARTIGO Rio, em sua quarta edição, se abre para um novo público no Rio de Janeiro, e acontece na Barra da Tijuca, em um novo empreendimento – o Vogue Square, um shopping de luxo, que reúne, um centro gastronômico com curadoria de Ricardo Amaral, um evento do Casa Cor – o Vogue Gourmet, um hotel by Lenny Niemeyer com centro de convenções e um fitness club, com quadras de tênis e a mais nova Bodytech.
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Vogue Square / Foto: Divulgação |
A ARTIGO Rio, em sua quarta edição, se abre para um novo público no Rio de Janeiro, e acontece na Barra da Tijuca, em um novo empreendimento – o Vogue Square, um shopping de luxo, que reúne, um centro gastronômico com curadoria de Ricardo Amaral, um evento do Casa Cor – o Vogue Gourmet, um hotel by Lenny Niemeyer com centro de convenções e um fitness club, com quadras de tênis e a mais nova Bodytech.
A feira se realizará entre os dias 17 e 20 de Novembro, com preview para convidados dia 16, quarta-feira, reunindo cerca de 15 galerias nacionais e estrangeiras, com o retorno da porteña-suíça C-Arte, a francesa Navarro Art Contemporain (Mônaco), além da Fortress (NY) e a alemã Essenz, já participantes de edições anteriores, no Vogue Square Life Experience, o novo produto prime da Construtora Calçada, localizado na Av. das Américas, n. 8585.
Produzida por Alexandre Murucci, a feira propõe uma nova dinâmica de mercado, focando arte com valores mais acessíveis como perfil base de negócios, visando a formação de novos colecionadores e consumidores, além de permitir espaço para jovens artistas e novas galerias, com obras a partir de R$ 500,00, sendo que 40% dos trabalhos expostos até R$ 5.000,00 e os demais em valores livres.
Mesmo com foco em arte acessível, a feira traz trabalhos pouco vistos no mercado, como a obra “Cadeau” de Man Ray ou uma serigrafia de Mondrian, editada pela icônica galerista francesa Denise René, além de Jeff Koons, Los Carpinteros, Alekssandra Mir, Gilbert and George. Entre brasileiros, obras de Vik Muniz, Adriana Varejão, Gerchmann ou Anna Maria Maiolino, também estão presentes assim como nomes que se consolidam como Osvaldo Gaia, Túlio Pinto, Sang, Evandro Soares, Alexandre Monteiro ou Regina Cabral de Mello.
Este ano, a ARTIGO Rio traz outra novidade – a ARTIGO Pop-Up, com a permanência das galerias durante todo o mês de Nov/Dez, e uma agenda de seminários e workshops, no Fórum Artigo, (abaixo) com a presença de artistas, colecionadores, curadores e restauradores que darão dicas de como cuidar de obras e cuidados para acervos de vários formatos.
Performances e instalações também estão programadas. O artista catalão Sergi Arbusà, do Coletivo Penique Productions, vai criar uma instalação, vista na Europa e onde o público pode interagir num imenso espaço inflável. Outro europeu, o austríaco Manfred Kielnhofer também mostra uma instalação com seus “Time Guardians” e o artista paranse Rafael Bqueer, com sua performance “Alice au Limoges !”.
Além disso, por se tratar de um lifestyle shopping, a ARTIGO traz o olhar dos criadores, mostrando Joias by Yara Figueiredo e os móveis da Mameluca Design, de Nuno Franco e Alessandra Clark, que fizeram sucesso na última Bienal de Arquitetura de Veneza.
Focando um público numa área onde se encontra o maior poder aquisitivo do Rio, a nova edição da ARTIGO Rio 2016 espera receber 20 mil visitantes durante o evento, com a novidade das galerias ocuparem lojas dentro do shopping e não stands, o que certamente será um diferencial.
Galerias:
C-Arte Galeria (B.Aires)
Ernani Contemporânea
Galeria Oriente
Ernani Contemporânea
Galeria Oriente
Hashtag Galeria
Imagemgrafia
Fortress (NY)
Essenz Galerie (Dusseldorf)
Fortress (NY)
Essenz Galerie (Dusseldorf)
Luiz Fernando Landeiro Galeria de Arte (Salvador)
Marcia Zoé Escritório de Arte
Marcia Zoé Escritório de Arte
Navarro Art Contemporain (Mônaco)
NMO Arts
H. Rocha Galeria de Arte
H. Rocha Galeria de Arte
Pixel Arte
Simone Cadinelli Escritório de Arte
W.Jung Galeria
Agenda:
ARTIGO Rio Feira de Arte Contemporânea
Abertura para convidados: 16 de Novembro, às 18:00h
Evento para público: de 17 a 20 de Novembro
ARTIGO Pop-up: de 17de Novembro a 30 de Dezembro
Local: Av. das Américas, 8585 (Estação BRT – Santa Monica Jardins)
Horários: de Quarta à Domingo, de 13:00 às 22:00 / Sáb. de 10:00 às 22:00h
Estacionamento no local
[Rio de Janeiro-RJ] Inscrições abertas para a 7ª Edição do Festival Celucine de Micrometragens 2016
Festival novembro 11, 2016
Por Carolina Oliveira / A Dois Comunicação
Concurso de filmes digitais aberto para o Brasil e países de língua portuguesa
chega a sua sétima edição. Inscrições vão até 20 de novembro
chega a sua sétima edição. Inscrições vão até 20 de novembro
Até 20 de novembro é possível se inscrever para a 7ª edição do Festival Celucine de Micrometragens pela internet e de forma gratuita. Idealizado em 2008 pela Associação Revista do Cinema Brasileiro em parceria com a Oi/Oi Futuro, no Rio de Janeiro, o festival incentiva a criação, produção e difusão de conteúdos audiovisuais.
Os filmes de tema livre, de origem de todo o Brasil e países de língua portuguesa, que tenham duração de trinta segundos até três minutos, gravados exclusivamente em plataformas digitais, como câmeras de celulares e câmeras digitais, podem participar da competição nas categorias Ficção, Documentário e Animação.
Além dos prêmios oficiais de tema livre inscritos nas categorias Ficção, Documentário ou Animação, a Certisign, Patrocinadora Máster do Festival, que fez 20 anos em 2016 está oferecendo um prêmio especial em cada categoria para quem fizer a melhor viagem para 20 anos atrás.
Você já pode ir pesquisando o que estava rolando em 1996, que pode virar o seu filme. Viaje com a gente na #20anosatras. Em um mundo que se transforma cada vez mais rápido, expressar algo de 20 anos atrás pode ressaltar muitos fatos especiais para o momento e inspirar a imaginação de muitas formas.
A disputa é válida somente para produções inéditas, em qualquer mídia digital, de autoria de estudantes, amadores e profissionais, com idade a partir de 16 anos. No dia 05 de dezembro, os cinco finalistas de cada categoria serão anunciados, após avaliação de uma banca formada por profissionais da área audiovisual, e ainda publicado na fanpage do festival www.facebook.com/Festival., onde as inscrições podem ser realizadas e onde é possível encontrar o regulamento completo.
O anúncio dos vencedores do Festival Celucine será no dia 15 de dezembro, durante cerimônia no Oi Futuro Ipanema. O vencedor de cada categoria receberá o prêmio de R$ 4.000,00 (quatro mil reais). Os melhores filmes nas categorias Ficção, Documentário e Animação serão escolhidos por um júri oficial formado pela atriz Natália Lage, o ator e diretor Roberto Bomtempo e o cineasta e membro do Conselho Federal da BRAVI (Brasil Audiovisual Independente) Marco Altberg. O Festival Celucine tem patrocínio máster da Certisign, patrocínio da RioFilme e Lei Rouanet e apoio do Oi/Oi Futuro, Canal Brasil e Twitter. A realização é da Associação Revista do Cinema Brasileiro.
PRODUÇÃO DO FESTIVAL
Festival Celucine de Micrometragens
Realização: Associação Revista do Cinema Brasileiro
Realização: Associação Revista do Cinema Brasileiro
festivalcelucine@gmail.com – (21) 2205.5724 / 98350.0062
Inscrições gratuitas
Por Emerson Pontes / Artista e Arte educador
Vamos planejar o domingão!?
Tem oficina de pintura dia 13! É o Casatinho Cultural, dentro do Projeto Novembro das Artes, do Casato Bistrô.
É chegar e pintar com Emerson Pontes e Fabio Rafael, na tarde primaveril. Chega mamãe, chega papai: A criançada vai fazer Arte.
Vamos planejar o domingão!?
Tem oficina de pintura dia 13! É o Casatinho Cultural, dentro do Projeto Novembro das Artes, do Casato Bistrô.
É chegar e pintar com Emerson Pontes e Fabio Rafael, na tarde primaveril. Chega mamãe, chega papai: A criançada vai fazer Arte.
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Foto: Tiago Calazans |
Serviço:
Casatinho Cultural - Projeto Novembro das Artes
Casato Bistrô, Av Rui Barbosa, 1503 - em frente à Capela do Colégio Damas
#ClipagemMaisPorArte
O "happy hour" mais legal da Rua da Aurora.
Sexta da Pesada ano 3
No fogão:
- Beth da Matta
- Cláudia Luna
- Hugo Prouvot
- Beth da Matta
- Cláudia Luna
- Hugo Prouvot
No som:
- Guilherme Gatis
- Guilherme Gatis
O QUE É O "SEXTA"?
O prédio centenário que abriga o Mamam foi construído para ser a sede do segundo clube social brasileiro: o Clube Internacional de Regatas do Recife, que nos anos 1920 passou também a realizar bailes sociais.
Retomando essa vocação primeira, criamos o projeto "Clube de Arte Moderna", que pretende realizar encontros que promovam o diálogo das artes visuais com a gastronomia e a música. O "Sexta da Pesada" será realizado às sextas-feiras com a presença de um artista, a diretora do museu, Beth da Matta (artista, cozinheira e gastrônoma), e um representante da música.
É o ato de comer inaugurando sensações e percepções, num ritual elaborado por artistas convidados, trazendo essa experiência sensorial e a interlocução com outras linguagens artísticas. Com esse diálogo espera-se trazer novos públicos ao espaço do museu e assim proporcionar experiências gastronômico-estéticas.
Durante o evento, estará abertura ao público a mostra "5º Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas". Para maiores informações acesse: https://goo.gl/QvjrpK
ENTRADA GRATUITA
Apoio:
Jack Daniel's e Sol
Jack Daniel's e Sol
[São Paulo - SP] Literatura no Itaú Cultural: CONEXÕES - Mapeamento da Literatura Brasileira no Exterior e ENCONTROS DE INTERROGAÇÃO
Evento novembro 05, 2016
Por Luiz Pedreira Jr / Visuart Comunicação Dirigida
CONEXÕES Itaú Cultural – Mapeamento da Literatura Brasileira no Exterior e ENCONTROS DE INTERROGAÇÃO são os dois encontros, sobre literatura, que serão realizados no Itaú Cultural nos dias 9 quarta, 10 quinta e 11 sexta de novembro 2016, concomitantes, em horários diferentes. Veja, abaixo, a programação.
Sobre o CONEXÕES
- É um programa que trata de tradução, pesquisa e ensino de literatura brasileira no exterior. Um programa inédito e original que em 2017 completará dez anos de atividades realizadas no Brasil e exterior. O mapeamento do programa possui um banco de dados online com cerca de 350 mapeados que trabalham com literatura brasileira em 34 países e 164 instituições de pesquisa e ensino. Conheça http://conexoesitaucultural.org.br/
Sobre o ENCONTROS DE INTERROGAÇÃO
- Criado em 2004, o encontro procura indagar sobre o momento atual da literatura brasileira. Nesta edição, o encontro se constrói em torno das diferentes formas e percepções das relações entre literatura e política e destaca algumas perguntas que farão parte das mesas de debates, a saber: Como a forma se torna conteúdo político? A literatura é crítica social? O engajamento não tem mais sentido? Para quem? Gênero, raça, território são temas políticos e Literários em que medida? A crítica literária é uma forma de poder? O mal-estar da sociedade está presente na literatura brasileira?
Curadores: Eduardo Sterzi, Fernando Paixão, Ítalo Moriconi e Maria José Silveira
Programação completa, com perfis dos curadores, dos palestrantes, temas das mesas sobre o CONEXÕES na página http://www.itaucultural.org.br/programe-se/agenda/evento/conexoes-itau-cultural-2016/ e sobre o ENCONTROS DE INTERROGAÇÃO na página http://www.itaucultural.org.br/programe-se/agenda/evento/encontros-de-interrogacao-2016/
Serviços
. Local: Itaú Cultural – Av. Paulista, 149 [próximo ao metrô brigadeiro]. São Paulo – SP
. Data: dias 9, 10 e 11 de novembro 2016. HORÁRIOS: veja a programação
. Entrada franca. Ingressos distribuídos 02 horas antes para o público preferencial e 01 hora antes, público não preferencial. Não há inscrição antecipada.
. Todas as atividades com tradução em Libras.
Resumo da programação
Dia 9 nov quarta
16h – CONEXÕES - mesa 1: A Tradução de Grande Sertão: Veredas
com Alison Entrekin, Berthold Zilly e Sandra Vasconcellos. Mediação: Felipe Lindoso
sala vermelha [80 lugares]
Dia 9 nov quarta
18h – ENCONTROS DE INTERROGAÇÃO - mesa 1: Autoria ou crítica: qual a política do texto hoje?
com Ítalo Moriconi, Ricardo Lísias e Paloma Vidal. Mediação: Ieda Magri
sala itaú cultural [254 lugares]
Dia 9 nov quarta
20h – ENCONTROS DE INTERROGAÇÃO - mesa 2: Como a forma se torna conteúdo político?
com José Luiz Passos, Fernando Paixão e Beatriz Bracher. Mediação: Josélia Aguiar
sala itaú cultural [254 lugares]
Dia 10 nov quinta
16h – CONEXÕES - mesa 2: A literatura de Luiz Ruffato no exterior
com Luiz Ruffato, Michael Kegler e Nelson Vieira. Mediação: Rita Palmeira
sala vermelha [80 lugares]
Dia 10 nov quinta
18h – ENCONTROS DE INTERROGAÇÃO - mesa 3: Quais são as outras línguas da literatura?
com Douglas Diegues, Kaká Werá e Jarid Arraes. Mediação: Sérgio Cohn
sala itaú cultural [254 lugares]
Dia 10 nov quinta
20h – ENCONTROS DE INTERROGAÇÃO - mesa 4: O projeto literário implica uma escolha política?
com Maria José Silveira, Ana Maria Gonçalves, Alberto Mussa. Mediação: Roberto Taddei
sala itaú cultural [254 lugares]
Dia 11 nov sexta
16h - CONEXÕES - mesa 3: O impacto recentíssimo do Brasil nas aulas de cultura e literatura brasileiras
com Ana Cláudia Suriani da Silva, Lúcia Tennina e Nelson Vieira. Mediação: João Cezar de Castro Rocha
sala vermelha [80 lugares]
Dia 11 nov sexta
18h – ENCONTROS DE INTERROGAÇÃO - mesa 5: Quais as interações possíveis entre literatura e política?
com Sheyla Smanioto, Márcio Souza e Ricardo Aleixo. Mediação: Noemi Jaffe
sala itaú cultural [254 lugares]
Dia 11 nov sexta (encerramento)
20h - ENCONTRO DE INTERROGAÇÕES - mesa 6: Política das letras e política das imagens: distâncias ou convergências?
com Élida Tessler, Carlito Azevedo e Nuno Ramos. Mediação: Eduardo Sterzi
sala itaú cultural [254 lugares]
[Tracunhaém - PE] Maracatu Rural Águia Formosa promove sambada e oficinas como forma de preservação do patrimônio cultural
Evento novembro 05, 2016
Por Dulce Reis / Feed Comunicação
Com incentivo do Funcultura, ações gratuitas em Tracunhaém fazem parte do Projeto Azougue – Manutenção do Maracatu Rural Águia Formosa por 12 meses.
O Maracatu Rural Águia Formosa, de Tracunhaém, Zona da Mata Norte de Pernambuco, segue com as atividades para o público do Projeto Azougue – Manutenção do Maracatu Rural Águia Formosa por 12 meses. Em novembro, a iniciativa realiza quatro ações: Sambada de Maracatu e as Oficinas de Confecção de adereços de Maracatu; Rima, Métrica e Improviso; e Iniciação musical ao terno de Maracatu. A Sambada de Maracatu acontecerá neste sábado (05/11), às 21h, na Rua Professora Ana Vaz de Andrade, 48 – Bairro Novo, Tracunhaém (em frente ao Hamburgão). Sob o comando do Mestre Maciel Salú, o Águia Formosa recebe o Maracatu Leão Mimoso, que será guiado pelo Mestre Carlos Antônio. Para abrir a noite, o Mestre Edmilson vai comandar a Ciranda Estrela nesta edição do encontro.
O Projeto Azougue – Manutenção do Maracatu Rural Águia Formosa por 12 meses tem como propostas ofertar gratuitamente atividades de interesse social voltados à preservação do patrimônio cultural pernambucano, fortalecer sua atuação como célula e fortalecer os vínculos comunitários, além de promover um ambiente de intercâmbio entre a educação formal e os Mestres Griôs.
Já a Sambada de Maracatu no terreiro do Águia Formosa tem como proposta integrar a comunidade e demais interessados apresentando a disputa entre duas nações. Durante a brincadeira, os mestres entoam suas rimas numa disputa que não tem hora para acabar.
As oficinas terão a coordenação geral do Mestre Maciel Salú e têm como propostas promover o contato entre aspirantes a mestre de Maracatu Rural com os veteranos para a aprendizagem da metrificação e da improvisação presentes na construção das loas, passando pela produção de adereços e indumentárias típicas e pela musicalidade das sambadas e das apresentações artísticas.
O Projeto Azougue – Manutenção do Maracatu Rural Águia Formosa por 12 meses conta com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Governo do Estado de Pernambuco. Todas as atividades da iniciativa são realizadas pelo Maracatu Rural Águia Formosa, Grão – Comunicação e Cultura e Maciel Salú.
Oficinas
Confecção de adereços de Maracatu
Os participantes terão acesso ao conhecimento prático sobre o Maracatu Rural e sua relação com a região da Zona da Mata Norte, com a experiência de quem produz e comercializa as indumentárias típicas desse brinquedo da cultura popular. Na metodologia, está prevista o ensino das etapas de produção, acabamento e disponibilização dos materiais para a utilização dentro das atividades do Maracatu Rural Águia Formosa de Tracunhaém. A atividade será ministrada pelos integrantes do Maracatu Rural Águia Formosa Alexsandro Vitorino e Maria Vitorino.
Data: 12, 13, 19, 20, 26 e 27 de novembro de 2016
Horário: 8h às 18h
Local: Rua Professora Ana Vaz de Andrade, 48 - Bairro Novo, Tracunhaém|PE
Entrada: gratuita
Rima, Métrica e Improviso – estimulando a formação da nova geração de Mestres de Maracatu
Os participantes terão acesso ao conhecimento prático sobre a construção de rimas e a métrica aplicada ao Maracatu Rural, com o uso de motes e noções sobre improviso que são utilizados nas Sambadas de Maracatu e apresentações artísticas. O conteúdo é parte do repasse das ações Griô oferecidas pelo Maracatu Rural Águia Formosa. A atividade será ministrada pelos Mestres Barachinha (Maracatu Estrela Dourada de Buenos Aires|PE), Antônio Roberto e Dedinha, que é líder do Maracatu Cambindinha de Araçoiaba, o mais antigo de Pernambuco, fundado em 1914.
Data: de 14 a 26 de novembro de 2016 (de segunda a sábado)
Hora: 8h às 13h
Local: Rua Professora Ana Vaz de Andrade, 48 - Bairro Novo, Tracunhaém|PE
Entrada: gratuita
Iniciação musical ao terno de Maracatu - estimulando a formação da nova geração de Músicos
Os participantes terão acesso ao conhecimento prático sobre ritmo e percussão voltados à produção musical, Sambadas e apresentações culturais do Maracatu Rural. No conteúdo, estão a montagem de repertório e as composições para apresentação em Sambadas de Maracatu e apresentações artísticas. O conteúdo é um incentivo a novos integrantes para os ternos que atuam junto aos grupos culturais. A atividade será ministrada pelos Mestres Zé Pretinho (Maracatu Rural Águia Formosa) e Dinda Salú (Maracatu Piaba de Ouro de Olinda)
Data: de 14 a 26 de novembro de 2016 (de segunda a sábado)
Hora: 13h às 18h
Local: Rua Professora Ana Vaz de Andrade, 48 - Bairro Novo, Tracunhaém|PE
Entrada: gratuita
Sobre o Maracatu Rural Águia Formosa – O Maracatu Rural Águia Formosa foi fundado em 1999 pelo Mestre Edmilson Honório no município de Tracunhaém, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Em 2002, foi incorporado como membro da Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco. Hoje, com mais de 140 integrantes, o Águia Formosa tem o desafio de pensar e estruturar ações que se concentram não apenas no campo da cultura. Por sua missão ampla e voltada à promoção social, o Águia Formosa fez com que seu trabalho de formação com crianças, adolescentes e jovens em sua maior parte em situação de vulnerabilidade social ganhasse corpo e torna suas iniciativas mais abrangentes. Foi com este pensamento que o grupo ganhou forma, tomou nome e hoje é um dos grupos mais atuantes na sua cidade de origem.
Por sua força, foi convidado a participar do Festival Mundial das Artes Negras (Senegal, 2010), onde representou o Brasil e fez erguer-se a bandeira de Pernambuco. Além disso, segue com atividades durante todo o ano para a manutenção e difusão do Maracatu Rural. Durante o Carnaval, o Águia Formosa percorre todo o estado para mostrar a sua força e suas tradições.
Serviço:
Projeto Azougue – Manutenção do Maracatu Rural Águia Formosa por 12 meses
Incentivo: Funcultura | Fundarpe | Governo do Estado de Pernambuco
Realização: Maracatu Águia Formosa, Grão – Comunicação e Cultura e Maciel Salú
Informações: (81) 99933.7271 e m.aguiaformosa@gmail.com
Sambada com o Maracatu Águia Formosa (Mestre Maciel Salú), Maracatu Leão Mimoso (Mestre Carlos Antônio), com abertura da Ciranda Estrela (Mestre Edmilson)
Quando: 5 de novembro (sábado) de 2016, às 21h
Local: Rua Professora Ana Vaz de Andrade, 48 - Bairro Novo, Tracunhaém|PE
Entrada: gratuita
Oficina de Confecção de adereços de Maracatu
Data: 12, 13, 19, 20, 26 e 27 de novembro de 2016
Horário: 8h às 18h
Local: Rua Professora Ana Vaz de Andrade, 48 - Bairro Novo, Tracunhaém|PE
Entrada: gratuita
Por Lia Letícia / Galeria Maumau
Lançamento do livro “MARX SEVAGEM”, do professor da USP Jean Tible e rádios amadoras ocupam a Maumau neste último Cinecão do ano
O Cinecão, evento independende organizado pela artista Lia Leticia, fecha nove edições realizadas durante este ano. A programação abarcou desde filmes de arte, `a performances, arte sonora, debates, lançamento de livros e revistas, instalações e propostas artísticas hibrídas que não se encaixam em formatos clássicos de exibição e divulgação. A proposta foi dar visibilidade a esses experimentos e formar um público que busca conhecimento e diversão.
Um ciclo de experimentações se fecha aqui, sem a interface da imagem, este Cinecão abre as portas para propostas de arte sonora e reflexão sobre a comunicação livre. A noite contará com uma programação ao vivo, inspirando-se na era de ouro do radio, onde apresentações artísticas intercalavam-se com músicas e conversa. Porém, neste Cinecão, o trânsito entre as propostas artísticas será livre e, algumas vezes, simultanêo, com performances de Ruth Steyer, Paulo do Amparo e Vitor Maciel, que se debruçam de formas diferentes `as possibilidades estéticas que o rádio oferece. Maria Magu e o Coletivo Paralização Nacional das Mulheres farão leituras de pequenos contos eróticos feministas. A radio Comunitária Aconchego, situada no Engenho do Meio, fará a seleção musical com músicas da latino americanas.
A noite também contará com a presença de Jean Tible, militante e professor de ciência política da Universidade de São Paulo. O autor estará lançando o livro “Marx Selvagem (São Paulo, Annablume, 2013; 2a edição, 2016), trabalho que busca imaginar e produzir um outro Marx, afetado pelas lutas e cosmologias ameríndias. O que acontece com o pensador revolucionário europeu ao se deparar com diferentes e potentes formas de estar juntos, de constituir coletivos (com humanos e não humanos) e de constituir relações natureza/cultura? Como alguns de seus principais conceitos-categorias se transformam, tais como capitalismo, luta, produção, abolição do Estado, classe, exploração?
Para o lançamento foram convidados a participar de um debate, aberto ao público e transmitido via streaming, a partir das 20h, Ana Paula Portella, Clarice Hoffmman, Fred Zeroquatro, Gus Cabrera, da Rádio Aconchego e Paulo do Amparo. O debate busca transversalizar o tema do livro até chegar a um assunto caro `a nossa titubeante democracia, a comunicação livre.
Convidamos a todos para celebrarem conosco este ano de produção independente, onde construímos pontes para nos lançarmos em mais empreitadas deste evento múltiplo que é o Cinecão. Independência ou vida!
SERVIÇO
O quê: Cinecão
Quando: 11 de novembro de 2016, a partir das 19h
Onde: Maumau, Rua Nicarágua, 173
GRATUITO
Ficha Técnica
Artistas Convidadas: Ruth Steyer, Maria Magu, Paulo do Amparo e Vitor Maciel. Participação da Radio Aconchego
Coordenação: Lia Letícia
Produção: Juliana Zzui Freitas
Design: Daniela Brilhante
Montagem: OCOECOA(André Vieira, Manuela Dias de Melo, Maximiliano Roger)
Registro Fotográfico: Tatiana Coelho da Paz(OCOECOA)
Técnico de som: Mozart Gomes
[Rio de janeiro-RJ] VOLUME MORTO - Espetáculo do coletivo Líquida Ação está em cartaz no Sesc Copacabana unindo teatro e dança
Espetáculo novembro 05, 2016
Por Kamille Viola / Assessora de imprensa
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Volume Morto / Foto: Cícero Rodrigues |
Volume morto é a parte do reservatório de água mais próxima do solo. Ao findar essa água, encontramos areia. A desertificação do solo é um processo irreversível, provocada principalmente pela ação humana em desmatar descontroladamente. A escassez da água-vida se manifesta em diversas formas de violência contra os meios naturais e sociais.
O espetáculo Volume morto, em cartaz até 6 de novembro no Sesc Copacabana, expõe os paradoxos de um país que, sendo rico em recursos naturais, vive da exploração predatória e da desigualdade social. Mas até quando sobreviveremos dos volumes mortos que produzimos? A questão, sem resposta, instaura um ambiente de ações instáveis, no qual a agressividade e o medo, arquivos históricos e biográficos, objetos industrializados e fragmentos de textos formam uma dramaturgia baseada no tempo da urgência.
Dirigido por Eloisa Brantes, o trabalho é um projeto do coletivo Líquida Ação. Em cena, os performers Mauricio Lima e Thaís Chilinque, textos, objetos e sons formam uma área de jogo na qual o espectador é confrontado com os problemas da atual sociedade de consumo. A crise hídrica é o motor dessa dramaturgia-colagem baseada em fragmentos de arquivos e documentos presentes nas danças, falas e ações que, ao longo de 60 minutos, compõem uma instalação visual-sonora.
“O espetáculo baseado em nossas reservas hídricas propõe um encontro com o irremediável. A montagem fragmentada, arquivos, objetos e a vitalidade dos corpos abrem um jogo de memórias com o futuro do país. Os modelos de desenvolvimento faliram, agora precisamos cuidar da vida. Volume morto é um gesto de amor”, afirma a diretora do trabalho, Eloisa Brantes.
Ficha técnica:
Direção: Eloisa Brantes
Texto: Eloisa Brantes, Mauricio Lima e Thaís Chilinque
Performers: Mauricio Lima e Thaís Chilinque
Arte sonora: Ana Paula Emerich
Iluminação: Lara Cunha
Figurino: Mauricio Magagnin
Colaboração dramatúrgica: Fabiano de Freitas
Designer gráfico: Evee Ávila
Direção de produção: Cau Fonseca | MÍTICA! [arte, cultura e comunicação]
Produção: Julia Ariani
Fotografia: Cícero Rodrigues
Realização: Coletivo Líquida Ação
Operador de Luz: Luciano Pozino
SERVIÇO:
Volume morto
De 20 de outubro a 6 de novembro de 2016
Horário: de quinta a sábado às 19h e domingos às 18h
Local: Sala Multiuso do Sesc Copacabana
Ingressos: R$ 5 (associado do Sesc), R$ 10 (meia), R$ 20 (inteira)
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ
Informações: (21) 2547-0156
Bilheteria: aberta de terça a domingo, sendo de terça a sábado das 13h às 21h e domingos das 13h às 20h.
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 60 minutos
Lotação: 53 lugares
Gênero: teatro-dança
Sobre o coletivo Líquida Ação:
Artistas com formações diversas que realizam performances de intervenções urbanas desde 2007, pesquisando as relações entre corpo, água e cidade em suas implicações políticas, sociais, estéticas e culturais. Premiado pelo Edital Funarte Artes Cênicas nas Ruas 2009, o grupo participou da Bienal de Dança Sesc-Santos em 2013 e do Circuito das Artes Sesc-SP em 2016, além de outros festivais e mostras em diversas cidades do Brasil. Volume morto é o primeiro trabalho do coletivo realizado em espaço fechado.
Sobre Eloisa Brantes:
Artista fundadora do Coletivo Líquida Ação. Professora Adjunta do Instituto de Artes na UERJ onde coordena o projeto de pesquisa e extensão Espaço Transdisciplinar de Pesquisa e Criação em Performance. Doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia e Mestre em Arts du Spectacle pela Université de Paris 8.