Por Márcia Guenes / Diálogo Comunicação
Grupo troca experiências com o público na 34ª edição do projeto
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Mr. Trio / Foto: Divulgação |
Grupo troca experiências com o público na 34ª edição do projeto
Com
mais de uma década de trajetória, o grupo instrumental New Mr. Trio
participa, na quarta-feira (25), do projeto Gerações Musicais, da
Arte Plural Galeria. Em sua 34ª edição, a sessão
começa às 19h, com acesso gratuito ao público.
APG
fica na Rua
da Moeda, 140,
no Bairro do Recife. O projeto acontece, mensalmente, em um
descontraído bate-papo com o público sobre trajetória profissional
dos artistas e um “pocket show” para animar a plateia.
O
Mr. Trio é composto por três experientes músicos, Bráulio Araújo
(baixo), Hito Pereira (bateria) e Marcos Diniz (teclado). Com
histórias únicas, Araújo, por exemplo, trabalhou com Alceu
Valença, Elba Ramalho, Fafá de Belém, Geraldo Azevedo, Cezzinha e
Silvério Pessoa. Gravou dois CDs solos (“Ilha” 2006 e “Ponte”
2012).
Hito
Pereira é um dos músicos mais requisitados para gravações e shows
nacionais e já atuou também Alceu
Valença, Nando Cordel, Naná Vasconcelos, Victor Biglione, Russell
Ferrante, Bob Mintzer, Léo Gandelman, Roberto Menescal. Comemora seu
primeiro CD solo (Jazz My Band).
O
pianista, arranjador e compositor Marcos Diniz é paulista de
nascimento, mas pernambucano de alma – já que mora por aqui desde
os 12 anos. Começou seus estudos de música aos 15 anos como
autodidata e aos 16 já estava tocando profissionalmente, com
artistas como Léo
Gandelman, Nando Cordel, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos, Bob
Mintzer, Russel Ferrante, Roberto Menescal.
Trio –
Unidos
pelo talento, o Mr. Trio, carrega o compromisso de preservar a música
instrumental. Na bagagem, experiências acumuladas em apresentações
de eventos como o
Jazz Porto Festival, Recife Jazz Festival, Garanhuns Jazz Festival,
Gravatá Jazz Festival, Festival de Música do Conservatório
Pernambucano de Música, entre outras.
SERVIÇO:
34ª
edição do Gerações Musicais 2018
Com
o News Mr. Trio
Data:
25 de abril, às 19h
Entrada
franca.
Por Tatiana Diniz / Assessoria de imprensa e Gestão de redes sociais
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Davi Kopenawa / Foto: Louise Botkay |
Na quinta-feira
(19/4), o Espaço Cultural BNDES e a Rosa Melo Produções
Artísticas convidam o público carioca a participar de uma conversa
aberta com o xamã Davi Kopenawa Yanomami. A diálogo
acontece das 15h às 18h e integra a
programação da exposição do artista visual, poeta e músico
Cabelo, Luz com Trevas, com curadoria da crítica de arte
Lisette Lagnado.
Porta-voz
dos índios Yanomami do Brasil, Kopenawa nasceu por volta de 1956, em
Marakana, extremo norte do Amazonas, e testemunhou a invasão do
território Yanomami por garimpeiros em busca de ouro. Para impedir a
extinção do seu povo, engajou-se em uma luta que percorreu o mundo,
sendo reconhecido como um dos maiores defensores da Amazônia e de
seus primeiros habitantes. É coautor do livro “A Queda do Céu,
Palavras de um Xamã Yanomami” (Companhia das letras, 2015) e
fundador da Associação Hutukara, que representa a maioria dos
Yanomami no Brasil.
No
encontro, Kopenawa, Cabelo e Lagnado conversam com o público sobre
“xapiri, entidades e espíritos; entendendo que a floresta é o
mundo, e a interrelação incontornável entre natureza e
cidade, contextualizando a energia poética que Cabelo
traz na exposição, e a transversalidade com a imanência dos
xapiri”, explica a curadora. Na cultura indígena, xapiris são
xamãs ou “pessoas-espírito”.
A
EXPOSIÇÃO
“Luz
com Trevas” é um rap de Cabelo, produzido por Kassin e Nave, e
integra o disco Cabelo
Cobra Coral,
já em fase de gravação. O universo poético da música deflagrou
propostas de ações coletivas e a produção de pequenos filmes e
objetos como “ovos-bomba”. Segundo Lagnado, “o ovo-bomba retoma
a teoria do não-objeto de Ferreira Gullar. Quando manipulado por
artista e participantes, funciona como um coquetel Molotov, um bólide
que atravessa a atmosfera de um espaço qualquer e instaura um ritmo
novo, um compromisso com a potência da poesia. Luz
com Trevas pode
ser definida como uma anti-exposição.”
Durante
a abertura da mostra foi lançada uma publicação bilíngue e
ilustrada, contendo um pequeno ensaio de Lagnado e um glossário dos
termos recorrentes que vêm acompanhando Cabelo ao longo de duas
décadas. A curadora, responsável pelo convite feito a Cabelo em
1996 para participar da antológica mostra “Antarctica Artes com a
Folha” (Pavilhão Manoel da Nóbrega, Parque Ibirapuera), traça
linhas de discussão com suas referências e homenagens: David
Medalla, Hélio Oiticica, Rogério Sganzerla, Tarsila do Amaral e
Tunga, entre outros.
O
ARTISTA
Em
1997, Cabelo foi um dos artistas brasileiros na Documenta X (com
curadoria de Catherine David), prestigiada exposição internacional
organizada a cada cinco anos na cidade de Kassel (Alemanha). Entre
outras coletivas, destacam-se a Bienal do Mercosul (Porto Alegre,
2009), a Bienal de São Paulo (2004) e “How Latitudes Become Forms:
Art in a Global Age” (Walker Art Center, Minneapolis, EUA, 2003).
Em
muitas de suas obras, Cabelo utiliza a música, seja ela improvisada
com um microfone ou com uma banda no palco de um teatro,
transformando em raps poemas de Baudelaire ou Gerardo Melo Mourão.
Também faz trilhas sonoras que integram instalações, como em Caixa
Preta,
com Paulo Vivacqua, misturando funks proibidões com as vozes de
Glauber Rocha e Hélio Oiticica. Como compositor, tem
músicas gravadas por Cidade Negra, Monobloco, Osvaldo Pereira, Ney
Matogrosso e Pedro Luis e a Parede, entre outros. “Luz
com Trevas” entre
outras poderão ser ouvidas no site do
artista: http://www.cabelo.etc.br/disco/
A
exposição Luz com Trevas fica aberta até o dia
11/5. Todas as atividades do Espaço Cultural BNDES têm entrada
franca.
SERVIÇO
Xapiri,
entidades e espíritos – conversa aberta ao público
com Davi Kopenawa Yanomami, Cabelo e Lisette Lagnado
Quando: quinta
19/4, das 15h às 18h
Classificação
etária: livre
Luz
com Trevas – exposição do artista Cabelo
Visitação (entrada
franca): até 11/5/ (seg. a sex., exceto feriados, das 10h às 19h)
Onde: Espaço
Cultural BNDES (av. Chile, 100, Centro, Rio de Janeiro. Próximo ao
metrô Carioca)
Classificação
etária: livre
Agendamentos
educativos: educativoluzcomtrevas@gmail.com
Por Márcia Guenes / Diálogo Comunicação
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Foto: Divulgação |
A
segunda sessão da mostra “Beleza Guardada”, do artista plástico
Rinaldo, acontece nesta sexta-feira (6), na Arte Plural Galeria
(APG), a partir das 19h. Os trabalhos são produzidos em
tempo real, com modelo vivo, e ficam à disposição do público até
20 de abril, dentro do Projeto Anexo.
Em
parceria com o Grupo Risco, as sessões – a primeira foi realizada
em 23 de março - são abertas ao público, numa ação compartilhada
com o artista. Rinaldo tem trabalhado apenas com nanquim,
preferencialmente preto, por sua “elegância ímpar e resultado
diferenciado”, diz.
“Quero
ser desafiado, mas principalmente me surpreender com esse processo”,
diz o artista pernambucano, que começou a pintar aos 13 anos, e aos
mais de 50 acumula uma trajetória de quem já
levou seu trabalho para países como o Itália, França, México,
Estados Unidos e Equador.
Para
participar – A entrada para a primeira sessão de “Beleza
Guardada” é aberta aos interessados em desenhar. O acesso é
gratuito, mas é preciso ter mais de 18 anos e chegar com pelo menos
meia hora antes para se inscrever. As vagas são limitadas e todos
devem trazer o material que irá utilizar.
Anexo –
Esta é a terceira edição do projeto Anexo, lançado em novembro
passado com exposição da artista Dani Acioli e, este ano, o
Coletivo Vacilante. A iniciativa busca incentivar a arte
em suas múltiplas singularidades, apresentando novos e veteranos
artistas que integram o acervo da APG. São mostras mais compactas
que acontecem em espaço do primeiro andar da Arte Plural, em
paralelo com exposições principais que ficam nos salões do térreo
da APG.
SERVIÇO:
Beleza
Guardada, no projeto Anexo, com Rinaldo
Dia
6 de abril, às 19h
Visitação
até 20 de abril
Local:
Arte Plural Galeria – Rua
da Moeda, 140, Bairro do Recife - Recife – PE
Informações:
(81) 3424.4431